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09/07/2012 - Profissionais que investem em idiomas e artes marciais têm mais chances

Fonte: Pablo Vallejos - O Dia Online

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Profissionais que investem em idiomas e artes marciais têm mais chances

Rio -  Rio+20, Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável, foi uma boa experiência para o setor de segurança privada avaliar como será a demanda em eventos de grande porte. E foi sucesso, segundo Frederico Crim Câmara, presidente do Sindicato das Empresas de Segurança Privada do Estado do Rio (Sindesp-RJ).

“Surgiu muito trabalho na Rio+20 e isso foi excelente para avaliarmos como será, nos próximos anos, para empresas de segurança privada”, conta. “Não foi somente no Riocentro, mas nos eventos paralelos também foi exigido o trabalho do vigilante”.
Foto: Paulo Alvadia / Agência O DiaO segurança pessoal Alex de Oliveira, 33 anos, aproveitou que o Rio é foco de eventos mundiais e saiu na frente: investiu três anos em um curso de inglês. “É uma vantagem competitiva enorme. Quando se trata de eventos de grande porte, acho que vai ser cada vez mais comum exigir um segundo idioma”, diz.

Oliveira também explica que essa não é a única qualificação existente e que muitos se enganam que o vigilante é somente o profissional da segurança que faz ‘pose de durão’. “É uma visão limitada. De certa forma, o mercado pede mais”, destaca ele, que está há nove anos na profissão.

De acordo com Oliveira, a maioria das vagas exige Ensino Fundamental. No entanto, quanto mais qualificado, melhor. “Artes marciais e idiomas são diferenciais para essa profissão. São habilidades bem vistas”, reforça. Na opinião dele, conhecimento e fluência verbal são pontos positivos para quer começar nesse mercado de trabalho.

O próprio Oliveira é exemplo disso. Depois de passar por viagens internacionais quando estava na Marinha, tornou-se instrutor de segurança privada em uma empresa. Trabalhando ali, fez faculdade de Educação Física e também se consolidou nas artes marciais, como faixa preta em judô e jiu-jitsu. “Existem muitos cursos de qualificação, mas o importante é ir além”, conta Oliveira.

Conflito não deve ser primeira opção

A impressão que muitos têm do vigilante é de um profissional truculento. No entanto, o presidente do Sindesp-RJ, Frederico Crim Câmara, afirma que não é bem assim. “É uma profissão para se antecipar. O confronto deve ser para último momento. Com cortesia, com conhecimento, atenção e responsabilidade, tudo pode ser evitado”, destaca.

Manoel dos Anjos Almeida, sócio diretor da Leman Belfort, reforça que a grande característica da segurança privada é evitar o confronto. “É discernimento: trabalhar a prevenção e nunca a reação”.

“O profissional da segurança privada deve gerenciar o risco, a crise, antes do confronto, que pode provocar o mal maior. O vigilante pode andar armado ou não. Se o contratante necessitar e pedir isso, o profissional vai estar armado”, explica Almeida.

Segundo ele, além de estar armado, é possível também fazer uso do conhecimento das artes marciais.

Passo a passo para ser vigilante

Para tornar-se um vigilante, o presidente do Sindicato dos Vigilantes do Município do Rio, Jomar Firmino, orienta: É preciso tirar certidão de 1º a 4º ofício, se ele residir na Capital. Esse documento leva cinco dias para ficar pronto. Ele pode ser obtida na Rua Almirante Barroso 90, 2º andar. Fora do Rio, somente nos fóruns locais.

“Além disso, certidão negativa da Justiça Militar, Justiça Eleitoral, Justiça Federal, antecedentes criminais do Instituto Félix Pacheco e antecedentes da Polícia Federal. Tudo isso, pela Internet”, diz Firmino.

Depois, procurar curso de formação de vigilante registrado na portaria Lei 7.102/83 do Ministério da Justiça. “Esse curso custa de R$ 450 a R$ 600, dependendo da academia”, informa. No estado existem cerca de 20 academias. A carga horária mínima é de 160 horas, ou seja, em média, três semanas.
Depois de 45 a 60 dias, a documentação é encaminhada para Polícia Federal e, então, o diploma é gerado. A cada dois anos, é preciso fazer a reciclagem, com 30 horas de aula.

Onde se cadastrar

Vale a pena pesquisar as empresas de vigilância na Internet para encontrar as oportunidades. O site do Sindicato dos Vigilantes do Município do Rio (www.sindvig.org.br) conta com vários links úteis para ajudar na certificação do candidato.

É possível buscar, também, por mais informações no endereço eletrônico do Sindicato das Empresas de Segurança Privada do Estado: www.sindesp-rj.com.br.

Curso obrigatório e bom perfil psicológico

Com a crescente demanda de eventos internacionais ocorrendo no Rio e com a expectativa de haver contratações até os Jogos Olímpicos, a procura por vigilantes cresce em média 20% ao ano, segundo Frederico Crim Câmara, do Sindesp-RJ. Para suprir essas vagas, é preciso entender qual tipo de profissional as empresas querem contratar.

Segundo Diógenes Lucca, diretor da Facility Segurança, o vigilante adequado é aquele que, além do curso obrigatório, apresenta bom perfil psicológico.

“Ou seja, é uma pessoa controlada, racional e dinâmica. Exige-se apenas cursos extras para segurança pessoal ou escolta armada.”

Conheça o mercado de trabalho da segurança privada

Público x privado
Há uma diferença básica entre o profissional de segurança pública e privada. Alex de Oliveira, segurança pessoal da Leman Belfort, explica que o primeiro tem preparo para o confronto direto, enquanto o segundo está pronto para administrar conflitos e riscos. “Muitos mantêm essa imagem do segurança durão. Assim deve ser a postura do vigilante”, destaca.

Rotina
De acordo com o presidente do Sindesp-RJ, Frederico Crim Câmara, o turno de trabalho do vigilante é: 12 horas de trabalho por 36 de descanso. “Pode até surgir a oportunidade um outro emprego ou até trabalhar com dias extras na própria empresa”, detalha. Além dessa rotina, é possível atuar também de segunda a sexta-feira, com oito horas diárias. “Algumas empresas também trabalham nos finais de semana”, avisa.

Caminhos
O vigilante pode atuar de diversas maneiras, como lista o sócio diretor da empresa de segurança privada Leman Belfort, Manoel dos Anjos Almeida: segurança pessoal (com personalidades); escolta; segurança bancário (perceber o movimento da porta giratória e vigiar todo o ambiente); vigilante de central de monitoramento; e vigilante em shopping center.

Tecnologia
Almeida aponta um horizonte


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